
O material coletado na Lagoa, algas e lixo, basicamente, é pesado, separado (lixo/algas) e encaminhado para um centro de reciclagem e compostagem da Comlurb. O objetivo desta ação é dar tratamento e permitir a gestão dos resíduos coletados. Neste centro de reciclagem, as algas são transformadas em adubo orgânico, que é utilizado pela Prefeitura nas hortas municipais e canteiros da cidade. Com isso, o Projeto Lagoa Limpa garante destinação e assegura o reaproveitamento das algas da Lagoa.
A partir de setembro de 2008, com a entrada em operação do projeto Lagoa Limpa, esse trabalho de coleta, que já vinha sendo desenvolvido pela Comlurb, foi dinamizado ainda mais, aumentando em 60% o volume coletado.
Para o trabalho de coleta, a equipe do Projeto utiliza uma lancha de apoio e um barco do tipo catamarã, feito sob encomenda para facilitar o acesso às margens rasas, além de permitir a coleta e estocagem de uma grande quantidade de resíduos.
Esta atividade, além de contribuir para uma considerável melhora estética do espelho d'água, impede que estas algas se decomponham dentro da Lagoa, produzindo gases tóxicos (metano CH4 e sulfídrico H2S) nocivos à saúde dos peixes e causadores de mau cheiro.
Situação atual: em andamento
Parceria: COMLURB
Com o objetivo de identificar as ligações irregulares de esgoto nas galerias de águas pluviais que deságuam na Lagoa, o Projeto LAGOA LIMPA contratou uma firma especializada que, utilizando quatro caminhões (2 sewer-jet e 2 vácuo-flex) e um robô com câmera de vídeo acoplada, percorreu estas galerias identificando, através de filmagem, os pontos de contaminação.
No total, foram vistoriados 4 km de rede de águas pluviais e detectados 52 pontos de ligações irregulares, ficando a cargo da CEDAE os reparos necessários.
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Irregularidades identificadas:
Equipamento utilizado:
Detalhes do problema:
Na Lagoa Rodrigo de Freitas e no Canal do Jardim de Alah, existem 26 pontos de chegada de galerias de águas pluviais (ver mapa), responsáveis por transportar a água das chuvas que entra pelos bueiros das ruas até a Lagoa ou o Canal.
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Entretanto, existem ligações irregulares de esgoto nestas galerias, fazendo com que não só a água das chuvas entre na Lagoa, mas também um grande volume de efluentes (esgoto), provocando a contaminação do espelho d'água, além de mau cheiro e comprometimento da saúde dos peixes e aves da região.
Parceria: CEDAE
Situação atual: concluída
Além da filmagem das galerias de águas pluviais, o Projeto Lagoa Limpa realizou também a limpeza dos trechos da rede de esgoto que estavam obstruídos por sedimentos e lixo, prejudicando o funcionamento de todo o sistema.
Os quatro caminhões que realizaram as filmagens das galerias de águas pluviais, também foram utilizados para a limpeza da rede de esgoto, desobstruindo as tubulações e garantindo assim o melhor funcionamento do sistema.
A limpeza foi realizada em 28 km de rede de esgotos sanitários, resultando em uma melhoria significativa em seu funcionamento.
Parceria: CEDAE
Situação atual: concluída
Estas obras foram realizadas para a recuperação dos trechos mais críticos da rede de esgoto, onde as tubulações se encontravam subdimensionadas (com diâmetro insuficiente) ou danificadas. Isto otimizou o funcionamento do sistema de esgoto, evitando possíveis transbordamentos de efluentes para as galerias de águas pluviais que deságuam na Lagoa.
Ao todo, serão realizadas sete obras, representadas no mapa abaixo.
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Três obras de saneamento já foram concluídas, contribuindo para a redução do aporte de esgoto na Lagoa.
Parceria: CEDAE
Situação atual:
Obra da Av. Abelardo Lobo - concluída
Obra da Rua Maria Angélica - concluída
Obra da Rua Humberto de Campos I - concluída
Obra da Rua Humberto de Campos II - em andamento
Fotos da Obra da Rua Prof. Abelardo Lobo:
Fotos da Obra da Rua Maria Angélica:
Esta ação foi responsável pela automação do sistema de esgotamento sanitário do entorno da Lagoa Rodrigo de Freitas, o que vem contribuindo para prevenir eventuais descargas de efluentes no espelho d'água, associadas a problemas de funcionamento das elevatórias de esgoto.
Apesar de o projeto Lagoa Limpa ter sua área de abrangência restrita à bacia hidrográfica da Lagoa, esta ação beneficiou também toda a zona sul carioca, já que este sistema é interligado ao emissário submarino. Por esta razão, as elevatórias de André Azevedo e Parafuso, que ficam fora da bacia hidrográfica da Lagoa, também foram incluídas.
O trabalho de monitoramento está sendo realizado por um sistema de automação que controla, em tempo real, o funcionamento das elevatórias de esgoto, das elevatórias de tempo seco (águas pluviais) e as chegadas das galerias de águas pluviais na Lagoa Rodrigo de Freitas.
A automatização do sistema, antes operado por funcionários da CEDAE, permite identificar imediatamente qualquer defeito ou falha no funcionamento da rede de esgoto, propondo ao operador as soluções. O sistema conta com um controlador para cada uma das 23 estações de bombeamento das elevatórias , os quais enviam sinal para o centro controle dentro da estação de tratamento de efluentes (ETE) no Leblon, por meio de comunicação GPRS - serviço de Rádio de Pacote Geral - tecnologia que aumenta as taxas de transferência de dados e permite um monitoramento completo em tempo real dos níveis de vazão, corrente e oxigenação da Lagoa.
Os dados coletados, além de servirem de ferramenta de apoio para a equipe da CEDAE, integram os relatórios gerenciais, gerados automaticamente pelo sistema. A maior eficiência e controle do sistema de esgotamento sanitário da bacia da Lagoa contribuem para a redução da entrada de esgoto na Lagoa.
Foram automatizadas 4 estações de tempo seco, 6 galerias de cinturas e 10 estações elevatórias de esgoto.
Depois da entrega do Centro de Controle Operacional de Esgotos (CCOE), os funcionários responsáveis pela operação e manutenção do Sistema de Esgotamento Sanitário da Zona Sul foram treinados para manutenção e operação do sistema.
O mapa abaixo mostra os locais das obras de instalação dos sensores nas elevatórias:
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O objetivo desta ação é melhorar a circulação interna da água na Lagoa, além de facilitar a chegada das águas que vem dos rios - via Canal do Piraquê - e do mar - via Canal do Jardim de Alah.
Na prática, o fundo da lagoa é desnivelado, havendo partes com pouca profundidade que dificultam a circulação da água e também cavas (buracos) profundas, de onde, no passado, foram retirados sedimentos para aterros de suas margens.
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De maneira simplificada, os sedimentos da parte rasa estão sendo dragados e cuidadosamente recolocados no interior destas cavas, onde atualmente são produzidos gases metano(CH4) e sulfídrico (H2S), entre outros que geram efeitos negativos para o ecossistema da Lagoa.
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O lixo encontrado no processo de dragagem é separado dos sedimentos promovendo, em paralelo, a limpeza do fundo da Lagoa. Tanto a retirada dos sedimentos quanto a disposição do material nas cavas são monitorados pelo Instituto Estadual do Ambiente (INEA).
A dragagem contempla um volume de 97.300 m³ e é a primeira realizada na Lagoa dentro de um programa integrado de despoluição ambiental. Até o momento já foram retirados 68.000 m³ de sedimentos.
Parceria: Rio-Águas
Situação atual: em andamento
Uma
das principais características naturais das lagoas costeiras
(lagunas) é a sua comunicação com o mar. Na Lagoa Rodrigo de
Freitas, esta comunicação é feita pelo Canal do Jardim de Alah.
Estudos comprovam, no entanto, que suas dimensões não são
suficientes para possibilitar uma troca de água eficiente entre a
Lagoa e o mar. Além de ter a sua largura reduzida em aproximadamente
45% quando se aproxima do mar, o Canal desemboca na praia, onde há
ação constante das ondas, o que faz com que sua saída fique
constantemente bloqueada por areia, impedindo o fluxo d'água.
Para
ampliar a troca de água entre a Lagoa e o mar e melhorar a
circulação de água na Lagoa Rodrigo de Freitas, em 2002 foi
proposta pelo Laboratório Nacional de Engenharia Civil de Portugal
–o LNEC – uma solução que consistia no alargamento e
prolongamento do Canal do Jardim de Alah para além da zona de
arrebentação através da construção de dois molhes de pedras,
chamados de “Guias-Corrente”, solução esta muito usual neste
tipo de situação. Nesta época, a prefeitura iniciou um processo de
licenciamento ambiental na antiga FEEMA (hoje INEA) apresentando o
“Estudo de Impacto Ambiental para a Reabilitação Ambiental da
Lagoa Rodrigo de Freitas, Canal do Jardim de Alah e praias do
Arpoador, Ipanema e Leblon”. Nesse contexto, os impactos foram
analisados pelo órgão estadual e, na sequência, foram realizadas
as audiências públicas previstas em lei, contando com a
participação dos diversos segmentos da sociedade envolvidos no
projeto e do poder público.
Pode-se dizer que a conclusão acerca desta intervenção projetada foi que, apesar de viável tecnicamente, alguns aspectos precisariam ser mais detalhados como, por exemplo, as ações em curso para redução do aporte de esgotos, o aumento da salinidade e o aspecto estético, modificando a paisagem das praias de Ipanema e Leblon.
Quando esta solução para o canal do Jardim de Alah foi proposta, a COPPE/UFRJ, através da área de Engenharia Costeira e Oceanográfica, apresentou um projeto alternativo que consistia em uma conexão entre o Canal Jardim de Alah e o oceano por meio de tubulações subterrâneas, denominado “Sistema de Dutos Afogados”. Por esse sistema, o fluxo de troca acontece em função da dinâmica de marés: quando a maré enche, a água do mar entra na Lagoa. Nos períodos de maré baixa, a água da Lagoa extravasa para o mar. As tubulações começariam no Canal do Jardim de Alah, próximo à praia, e aflorariam no fundo do mar, a aproximadamente 200 metros da costa, a 10 metros de profundidade. (para mais detalhes do projeto, ver o documento “Relatório Final-LRF-Coppetec-PENO11113” disponível no site em “Documentos de Interesse/Hidrodinâmica”).
Devido à incipiência das análises relativas a esta solução, a EBX encomendou estudos aprofundados abrangendo modelagem computacional (COPPE/UFRJ) e a construção de um modelo físico reduzido, realizada no Instituto LACTEC, na Universidade Federal do Paraná.
Todos
os estudos e modelagens contratados pela EBX e desenvolvidos por
especialistas estão sendo entregues oficialmente à Prefeitura do
Rio de Janeiro que, após decidir qual solução será levada
adiante, iniciará os estudos e avaliações ambientais para
subsidiar a análise do processo de licenciamento ambiental de
responsabilidade do INEA (Instituto Estadual do Ambiente).
Parceria: Rio-Águas / INEA
Situação atual: em andamento

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A MPX é a empresa do Grupo EBX que atua no setor de geração de energia de forma diversificada e integrada.

A LLX nasce com o objetivo de fornecer ao país infra-estrutura e competência em logística, principalmente no setor portuário.

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